O Ministério Público arquivou a denúncia sobre bazares realizados em Taquarussu com mercadorias destinadas ao município. A apuração questionou a utilização dos recursos arrecadados e citou ações que contaram com a participação da primeira-dama Marilza.
Após analisar documentos, extratos, notas fiscais, recibos e comprovantes de pagamentos, o Ministério Público concluiu que os responsáveis aplicaram os recursos de forma regular. Além disso, o órgão não encontrou dano ao erário.
MARILZA BUSCOU ALTERNATIVAS PARA BENEFICIAR TAQUARUSSU
Em 2025, Marilza conheceu uma iniciativa da Receita Federal que permite aos municípios receber mercadorias apreendidas e destinadas para ações de interesse público.
Então, ela buscou informações, reuniu a documentação necessária e trabalhou para que Taquarussu pudesse participar da iniciativa. Como resultado, o município recebeu mercadorias que posteriormente foram utilizadas em bazares.
Com os bazares, a equipe responsável buscou transformar os valores arrecadados em benefícios para a própria população. Além disso, a iniciativa contou com a participação da Secretaria Municipal de Assistência Social, comandada pela secretária Cleide Soares.
Assim, Marilza, Cleide Soares e a equipe da Assistência Social participaram de uma ação que buscou gerar recursos para diferentes áreas do município.
DENÚNCIA LEVOU QUESTIONAMENTOS AO MINISTÉRIO PÚBLICO
Entretanto, em 2026, uma denúncia anônima levou ao Ministério Público questionamentos sobre os recursos arrecadados nos bazares.
Entre os documentos apresentados pelo denunciante estavam comprovantes de pagamentos realizados por meio de PIX durante as compras dos produtos. A denúncia utilizou esses registros para levantar suspeitas sobre a utilização dos recursos.
Diante disso, o Ministério Público iniciou a análise do caso. Para esclarecer os questionamentos, o órgão solicitou documentos, extratos, notas fiscais, recibos, relatórios e comprovantes relacionados às operações.
MP ANALISOU DOCUMENTOS E APONTOU REGULARIDADE
Durante a apuração, o Ministério Público conferiu os documentos apresentados e verificou a movimentação dos recursos. Além disso, o órgão analisou a destinação dos valores arrecadados nos bazares.
Ao concluir a análise, o Ministério Público registrou que ficou “plenamente comprovada a regularidade na aplicação dos recursos e a inexistência de dano ao erário”.
Da mesma forma, o órgão informou que não encontrou elementos mínimos capazes de demonstrar improbidade administrativa, enriquecimento ilícito, desvio de recursos públicos ou prejuízo aos cofres municipais.
Por isso, o Ministério Público decidiu pelo arquivamento da denúncia.
RECURSOS DOS BAZARES BENEFICIARAM A POPULAÇÃO
De acordo com os documentos analisados, a equipe destinou os recursos arrecadados nos bazares para ações voltadas à população de Taquarussu.
Além disso, as iniciativas alcançaram áreas como assistência social, educação, cultura e esporte, entre outras políticas públicas municipais.
Um dos exemplos ocorreu durante a Chegada do Papai Noel de 2025. Na ocasião, a organização distribuiu mais de 1.000 brinquedos para crianças do município.
Segundo as informações apresentadas na apuração, os responsáveis utilizaram recursos dos bazares para adquirir os brinquedos.
Desse modo, a iniciativa transformou parte dos valores arrecadados em uma ação voltada diretamente às crianças de Taquarussu.
ARQUIVAMENTO ESCLARECE RESULTADO DA APURAÇÃO
Com o arquivamento, o Ministério Público encerrou a apuração sobre os questionamentos apresentados na denúncia.
Além disso, a conclusão do órgão esclarece que a investigação não encontrou provas de enriquecimento ilícito, desvio de recursos públicos ou dano ao erário.
Para Marilza e para a equipe que participou dos bazares, o resultado encerra um período marcado por questionamentos sobre o trabalho realizado.
Por outro lado, o caso também reforça a importância da fiscalização e da análise dos documentos quando surgem denúncias envolvendo recursos públicos.
Portanto, ao divulgar o arquivamento, o objetivo é apresentar à população de Taquarussu tanto os questionamentos levantados quanto o resultado da apuração realizada pelo Ministério Público.
Assim, os documentos analisados pelo órgão apontaram regularidade na aplicação dos recursos e não identificaram dano ao erário.
